Sem ninguém preso e no aguardo de resposta, a categoria e familiares do jornalista clamam por justiça e o pronunciamento da mesma.
Segundo a Delegacia de Homicídios de Campo Grande e a delegacia de Ponta Porã, que supostamente estarian investigando o caso, o motivo do crime teria sido supostamente político, na verdade a policia não teria nenhuma pista sobre o crime que chocou a fronteira e a comunidade de comunicação.
Os investigadores afirmam que a investigação do caso esta muito avanzado e que os disparos que acabaram com a vida de Paulo Rocaro, teriam sido efetuados por dois elementos desconhecidos.
Os jornalistas da fronteira, independente da motivação, buscam por uma resposta. “Queremos justiça, nosso colega nunca fez nada de errado. Ele apenas cobrava das autoridades mais respeito com a população da fronteira, estava sempre trabalhando”, dizem os líderes das entidades da área propietarios de varios meios de comunicação.
Já o jornalista Geraldo Ferreira, colega de profissão de Paulo Rocaro, que trabalhou desde 1986 com ele, faz um questionamento aos possíveis assassinos. “Todos nós jornalistas estamos sujeitos a ser a próxima vítima? Nada justificava o crime. Ele faz muita falta, era um amor de pessoa. Um jornalista doce e amável”, disse emocionado.
Paulo e Geraldo tinham uma comunicação inseparável, relata o editor do jornal O Arrastão, de Antônio João. "Não acredito que as autoridades do meu Mato Grosso do Sul não vão colocar esse monstro na cadeia? Até porque as autoridades vêm dizendo que vão apresentar o culpado, cadê??”
As investigações do caso estão a cargo da Delegacia de Homicídios, que não apresentou nenhum comunicado a imprensa ou divulga o estado das investigações.
Ha meses o secretário de Segurança informou a imprensa que em 45 dias o caso estaria solucionado, se passaram 46 dias e o secretario de segurança se mantem em silencio.
Em entrevista, o governador André Puccinelli informou, durante uma visita a Antônio João/MS, a mesma informação que o secretário de segurança publica do estado.
“Se fosse no RJ a Polícia Civil já tinha desvendado esse crime. Mas em Mato Grosso do Sul, policiais sem estrutura... Ponta Porã conta com dois investigadores e Antônio João, três”, lamentan colegas do jornalista, depois de constatar a precariedade da Segurança Pública no Estado.
Que o crime tenha tido motivações politicas ou não e irrelevante, mas a prisão dos autores e preciso, assim tambem como uma investigação seria por parte das autoridades competentes do estado do Mato Grosso do Sul, pois caso contrario o assessinato do jornalista Paulo Rocaro poderia ter sido a mando de autoridades ligadas ao sub mundo do crime organizado, e preciso que as autoridades apresentem os culpados sem obter rentabilidade politica ou em troca de apoio politico engavetar a investigaçào do caso Paulo Rocaro.